Já são vinte e cinco anos de
saudades
e embora eu nem sempre pense em
ti,
há locais e há momentos em que
sinto
tão intensa a tua ausência junto
a mim.
Choro então lembrando a tua
juventude
que jamais conhecerá a decadência
de seu corpo como hoje em mim
conheço.
Não há como imaginar como seria
tua vida se não te cevasse a
morte.
Recordar cabe-me apenas e chorar
tua curta vida que tão bem
viveste
como se intuísses que seria
breve.
Penso que nem sempre a vida
faz-se justa,
pois que fui eu preservado, mas
sem ânimo.
a L.H.
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