segunda-feira, 16 de abril de 2018



Em meu claustro interior eu vou guardando
tudo aquilo que em mi’a vida acumulei,
as virtudes que aprendi a praticar,
mas também os vícios que adquiri.

Nele encontra-se o que de fato sou,
minhas luzes e igualmente minhas sombras,
os sinais de algumas sinceras bondades,
assim como os vestígios de pecados.

Tantas vezes eu tentei purificar
o meu claustro interior radicalmente,
mas escondido ficou alguma mácula
que se me apresenta quando há mais luzes!

Só o Senhor acesso tem, além de mim,
ao meu claustro interior e o conhece,
e ante Ele me envergonho de impurezas,
que as limpo, porém voltam a infiltrar-se.


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