Em meu claustro interior eu vou
guardando
tudo aquilo que em mi’a vida
acumulei,
as virtudes que aprendi a
praticar,
mas também os vícios que adquiri.
Nele encontra-se o que de fato
sou,
minhas luzes e igualmente minhas
sombras,
os sinais de algumas sinceras
bondades,
assim como os vestígios de
pecados.
Tantas vezes eu tentei purificar
o meu claustro interior
radicalmente,
mas escondido ficou alguma mácula
que se me apresenta quando há
mais luzes!
Só o Senhor acesso tem, além de
mim,
ao meu claustro interior e o
conhece,
e ante Ele me envergonho de
impurezas,
que as limpo, porém voltam a
infiltrar-se.
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